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The Script

por Sara, em 06.04.15

Na passada quarta-feira fui ao concerto dos The Script. Estive na fila uma grande parte do dia, ao Sol, mal disposta e apenas com vontade de arranjar uma sombra e desaparecer dali. Mas a espera valeu a pena: quando abriram as portas, fui a correr e acabei por ficar na segunda fila do concerto, quase encostada à grade. Mais perto, só com um passe especial.

 

Nunca tinha estado na plateia do Meo Arena, mas realmente é outro ambiente comparado com o dos balcões. Não é fácil, está calor, as pessoas são pouco civilizadas e acabamos por sair magoados. No entanto, sentimos muito mais o concerto, acabando por estar muito mais perto do palco e, consequentemente, dos músicos.

 

As atuações anteriores aos The Script foram giríssimas.

O concerto começou, super pontual, com uma pequena atuação de Colton Avery, cantor ainda pouco conhecido. Gostei imenso. A voz dele é fantástica e nota-se que tem uma grande paixão pelo que faz, sendo que agradeceu várias vezes ao público, dizendo que nunca tinha tido uma oportunidade de tocar para tanta gente.

 

 

Seguiu-se Tinie Tempah, acompanhado por um DJ. Foi uma atuação super animada, que instistiu na interação com o público e que nos deixou, sem dúvida, mais animados para o que viria a seguir. Para além de músicas originais, interpretaram músicas de Calvin Harris, Swedish House, entre outros.

 

 

De seguida, decorreu a atuação pela qual todos nós estávamos à espera. O alinhamento foi fantástico, alternando as músicas do novo álbum "No Sound Without Silence" com os clássicos, como "Breakeven" e "The Man Who Can't Be Moved" e uns momentos de brincadeira, como aquele em que beberam duas cervejas de penálti. Achei fantástica a ideia de ligarem a uma ex-namorada de um membro do público e cantarem a "Nothing", uma música de revolta, especialmente para ela.  

 

O vocalista, Danny, pediu-nos várias vezes para cantarmos com ele e penso que, tal como eu, o resto do público sentiu bem a interação que houve entre a banda e quem estava a assistir. Para além disso, Danny andou várias vezes entre o público, permitindo que lhe tocassem e muitas vezes atiraram palhetas, pulseiras, baquetas, entre outras coisas.

Adorei as interpretações ao vivo. Nota-se que a voz de Danny não é alterada nas gravações. Não consigo escolher uma preferida, se bem que o final, "Hall of Fame", foi simplesmente fantástico. Um concerto para repetir, sendo que foi confirmado que os The Script voltam a Portugal já em Julho, para o Meo Marés Vivas.

 

 

E agora, que venham os Pentatonix!

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publicado às 23:16


25 comentários

De anna williams a 07.04.2015 às 15:10

Tens mesmo de fazer :)
Queria ter ido ao concerto, pela tua descrição foi super divertido!!!


(já tinha deixado o comentário, mas como não sei se ficou, escrevi outra vez)

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